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O traficante Paulo Rogério de Souza Paz, mais conhecido como Mica, foi preso nesta segunda-feira pela Polícia Civil. O traficante é acusado de comandar o tráfico de drogas no Complexo da Penha, Zona Norte, mas ficou conhecido por sua amizade com o jogador Adriano.

Mica estava em uma casa de frente para a praia, em Maricá, na Região dos Lagos, com mulheres e amigos. A polícia não encontrou armas e drogas no local. O traficante é um dos criminosos mais procurados pela polícia do Rio, informações que levassem a sua prisão valiam R$ 5.000 no Disque-Denúncia.

A Polícia Militar entrou oficialmente, nesta quinta-feira (12/01), na Campanha Nacional de Desarmamento. A participação das forças de segurança estaduais faz parte da segunda fase da campanha, que já completou sete meses.

Atualmente, o Rio de Janeiro está em terceiro lugar no ranking de recolhimento de armas no Brasil, com quatro mil. A expectativa é que, com o aumento do número de postos, a arrecadação de armamentos deve crescer.

- Todos os batalhões estarão aptos a receber esses armamentos. Vamos lutar para que o estado alcance o primeiro lugar – afirmou o comandante da Polícia Militar, coronel Erir Ribeiro Filho.

Os policiais militares passarão por um curso de qualificação nos dias 1, 2 e 3 de fevereiro visando à atuação na campanha. E, a partir de março, todos os batalhões do estado começarão receber armas. A Polícia Civil já estava participando da campanha com 136 delegacias, que foram preparadas para recolher armamentos.

- Tivemos de modificar a estrutura das delegacias para receber essas armas e é importante que as pessoas saibam da existência dos postos na Polícia Civil e, agora, na Polícia Militar – frisou o subchefe da Polícia Civil, Fernando Veloso.

Desde a primeira fase da campanha, as polícias Federal e Rodoviária Federal também estão recolhendo armas. No Rio, os moradores têm ainda a opção de entregar seus armamentos no Viva Rio, única ONG do país a participar da campanha.

Indenização para quem entrega sua arma

De acordo como coordenador nacional de mobilização da sociedade de civil, Antonio Rangel, nos últimos dez anos, houve uma redução de 11% de homicídios por arma de fogo no país graças à Campanha Nacional de Desarmamento. O cidadão que decidir entregar sua arma não precisa se identificar e receberá uma quantia em dinheiro por isso.

- O anonimato é garantido. Além disso, ao contrário da campanha realizada em 2004 quando a pessoa demorava três meses para receber a indenização, agora o cidadão recebe em 24 horas em caixas do Banco do Brasil. O pagamento varia de R$ 100 a R$ 300, dependendo da arma. É importante frisar também que o armamento é inutilizado na frente da pessoa para que não haja desconfiança de desvio das armas – disse Antonio Rangel.

Fonte: JB

Dia 18 de janeiro (quarta-feira) a partir das 19:00 horas, faremos uma reunião no auditório do SINDSPREV, para deliberações sobre a mobilização dos POLICIAIS MILITARES e BOMBEIROS MILITARES.
Ativos e inativos sua presença é muito importante!
SINDSPREV – Rua Joaquim Silva 98/A – Centro

CABO GURGEL INFORMA: CMT GERAL MARCOU UMA REUNIÃO COM OS PRAÇAS
Cabo Gurgel: Companheiros, acabei conversar com o Cmt Geral da PMERJ, ele marcou uma reunião no QG, sexta feira, às 09:00, com um representante de cada unidade. Com esse ato, está demonstrando que é um líder e não apenas um Comandante. Disse também que só está com alguns meses de gestão, por isso ainda não atingiu as metas que deseja, pois, pretende suprir nossas necessidades.

O mais importante, todos, queriam ser ouvidos, nosso Cmt Geral nos ouvirá, precisamos agora de um representante de cada unidade, reúnam-se, organizem-se e envie um representante de cada unidade para essa reunião.

INFORME APMERJ

Integrantes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar do Rio passarão a ser promovidos em menos tempo. O governador Sérgio Cabral publica, nesta quarta-feira, um decreto no Diário Oficial do estado, reduzindo em até cinco anos o período para que praças e suboficiais das duas corporações mudem de posto. Com isso, os servidores militares terão acesso mais rápido a reajustes que variam entre 15% e 22%, conforme a patente.

De imediato, 17.829 bombeiros e PMs serão beneficiados. Eles estavam próximos de suas promoções e, com os novos prazos, serão imediatamente elevados aos novos postos. O caminho para um soldado se tornar um subtenente levava 30 anos, e, a partir de agora, poderá ser percorrido em 25.

Por meio de nota, o secretário estadual de Planejamento, Sérgio Ruy Barbosa, afirmou que “o decreto é mais um incentivo para a progressão funcional dos bombeiros e policiais militares com ganhos financeiros e reitera a política do governo do estado de incentivar a melhoria salarial pelo mérito”.

Com a alteração nos prazos, estima-se que o estado vá pagar até R$ 75,5 milhões por ano aos policiais militares e bombeiros. Confira, uma tabela que compara os antigos e os novos períodos de promoção.

Fonte: Jornal EXTRA


A imagem é forte: um policial militar preso, com as mãos para trás e algemadas. Do outro lado das grades, a família assiste à cena de cabeça baixa. A Polícia Militar começou na sexta-feira a espalhar cartazes pelos 39 quartéis da corporação do estado, com essa foto e a pergunta: “Você quer ser herói ou vergonha de sua família?”. Segundo o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Erir Ribeiro da Costa Filho, a finalidade da mensagem é justamente mexer com os brios dos PMs.
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E VOCÊ POLICIAL MILITAR, GOSTOU DO CARTAZ?

A greve dos policiais militares no Ceará e o aumento conquistado pela categoria deixaram em alerta o comando da corporação fluminense. Há o receio de que o movimento acabe repercutindo por aqui.

O temor se justifica pelas diferenças salariais: além de conseguirem uma redução na jornada de trabalho (de 46 horas para 40 horas semanais) e auxílio-refeição, os cearenses conquistaram o piso de R$ 2.634. No Estado do Rio, um soldado recebe R$ 1.277: se for casado ou tiver dependentes (caso de 90% da tropa), o valor vai a R$ 1.510.

Os soldados do Rio ainda recebem gratificações que chegam a R$ 500. Mas comandantes da PM contam mesmo é com a antecipação de parcelas do reajuste anual de 12% que vem aplicado aos salários. Pela lei, o aumento só terminará de ser pago em 2014.
Fonte: (Fernando Molica/Informe O Dia)


A histórica crise entre as polícias Militar e Civil promete novos e delicados capítulos. A cúpula da PM não engoliu a prisão, em dezembro, do coronel Djalma Beltrami, então comandante do 7º Batalhão, em São Gonçalo. Investigação da Polícia Civil teria encontrado provas de seu envolvimento com traficantes de drogas.

Libertado pela Justiça, Beltrami foi transferido para funções burocráticas pelo comando da PM, que aguarda a conclusão do inquérito: munição pesada sairá do Quartel General da corporação caso não haja provas conclusivas contra o oficial.
Fonte: O Dia

Policiais contam que se protegeram atrás de muros durante o trabalho
Policiais militares que atuaram nas zonas oeste e norte do Rio de Janeiro durante as festas de Réveillon denunciam que foram para as ruas sem coletes a prova de balas, equipamento obrigatório de segurança para os policiais que fazem patrulhamento.

A denúncia foi feita por PMs do Batalhão do Recreio dos Bandeirantes (31º BPM), que preferiram não se identificar com medo de represálias. Eles contaram que passaram a virada do ano se escondendo atrás de muros e de carros da corporação, temendo serem surpreendidos por tiros.

F., de 29 anos, contou que está decepcionado com a PM. Formado há pouco tempo, ele diz que o pai também era policial e que, por isso, também quis seguir a carreira, mas já se arrependeu. Ele afirma que a falta de estrutura coloca a tropa em risco.

- É claro que temos medo! A gente procura se proteger atrás da viatura, de um muro, do que tiver. Ninguém quer ser pego na covardia, até porque temos família. Mas temos que cumprir as ordens e trabalhar. Meu pai era PM e agora eu sou também. Desde que me formei, tenho ficado um pouco frustrado com a falta de recursos e com a desordem. A turma é boa, só quer trabalhar com respeito.

B., de 33 anos, relatou que a maior parte dos PMs sem coletes fazia parte da turma de recém-formados do CFAP (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças).

- O ideal era que a tropa se negasse a ir para a rua, mas é complicado. Muitos acabaram de chegar e se submetem a isso. Até quem já está há um tempo, como eu, também aceita. Se não cumprimos as ordens, somos presos.

Durante as festas de Réveillon de 2012, o Estado do Rio de Janeiro contou com 7.200 policiais militares nas ruas. O efetivo foi 10% maior do que na virada de 2010 para 2011.

Procurada pelo R7, a Polícia Militar informou que encaminhou a denúncia ao comandante do Batalhão do Recreio dos Bandeirantes (31º BPM), tenente-coronel Marcus Amaral. Ele informou que o uso do colete a prova de balas é obrigatório e que vai apurar as informações.

FONTE: PORTAL R7

A Polícia Civil investiga o que os técnicos de necropsia do Instituto Médico-Legal (IML) Thiago Pedro da Silva, lotado em Campo Grande, e Paulo Sérgio Martins Castelo Branco, que trabalha em uma unidade de Angra dos Reis, faziam, no início da noite desta quarta-feira (4), no Morro do Chapadão, em Costa Barros, no subúrbio do Rio. A dupla acabou se chocando com traficantes da comunidade e foram baleados pelos criminosos.

Os dois agentes foram levados para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes. De acordo com a unidade, o estado mais grave é o de Silva, que foi ferido no braço esquerdo. Ele foi submetido a uma cirurgia. Já o outro técnico foi atingido nas costas e foi liberado ainda na noite desta quarta-feira.

As vítimas conseguiram pedir socorro à polícia. Agentes do 41º BPM (Irajá) usaram um veículo blindado para fazer o resgate. Além disso, também deram apoio um helicóptero e quatro viaturas da Polícia Civil.

Segundo policiais que participaram da ação, os técnicos de necropsia alegaram que iriam para um estande de tiro quando se perderam e entraram na favela.

O REPÓRTER

LEIA: Dois policiais ficam encurralados no Morro do Chapadão

As comunidades com unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) na capital fluminense vão contar a partir da próxima segunda-feira (9) com o apoio de especialistas da área de ciências sociais e direitos humanos, que terão a missão de ouvir os moradores e levar suas reclamações e sugestões aos comandantes das UPPs, facilitando o diálogo com a Polícia Militar.

De acordo com o secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves, que coordena o programa Gestor Social Territórios da Paz, a ideia oferecer instrumentos de controle social e dar transparência as ações da segurança pública nas comunidades pacificadas, contribuindo para a mediação de conflitos e na identificação de violação de direitos humanos.

Atuarão de forma permanente no programa cerca de 50 profissionais selecionados, em 2011, por meio de edital público. A coordenação é de Daniel Misse, mestre em ciências jurídicas e sociais e superintendente de Territórios da secretaria. Desde o ano passado, Misse promove debates e seminários para discutir com representantes das comunidades as políticas públicas necessárias para as regiões pacificadas.

Rodrigo Neves disseque cada núcleo de gestores em direitos humanos atenderá nas próprias unidades, onde terão a responsabilidade de levar as demandas dos moradores e das redes de organizações sociais aos próprios comandantes das 18 UPPs já implantadas e das comunidades da Rocinha e do Vidigal, cuja instalação das unidades está prevista para este ano.

“Essa interface é fundamental para evitar a militarização da vida social e comunitária”, disse Rodrigo Neves. “É uma retaguarda importante no processo de pacificação, que tem na retomada do território seu primeiro passo. É o acesso à Justiça, nessas áreas [com UPP], que vai garantir a consolidação desse processo pacificação”, completou.

A Secretaria de Direitos Humanos marcou para sexta-feira (6), às 8h30, uma reunião dos comandantes das UPPs com os gestores. Devem participar também o coordenador das unidades, o coronel Rogério Seabra e o subsecretário Antonio Biscaia.

O Gestor Social Territórios da Paz começou como programa piloto, em 2011, nas comunidades de Santa Marta, na zona sul, da Providência e do Complexo de São Carlos, no centro, do Complexo do Alemão, na zona norte, e da Cidade de Deus, na zona oeste.

Fonte: Agência Brasil

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